sexta-feira, 20 de novembro de 2009

AS MÚSICAS DA NOVA ANTEMETADE DO SÉCULO


No momento estou viciado na musica "Misery Business" da banda Paramore. Assim... A banda não me chamou muito a atenção, mas além dessa, outra música que eu gostei bastante foi "That's What You Get".


Ah, sei lá... Eu também tenho certo pre-pré-conceito. Mas perceba: Todos os discos possuem pouquíssimas faixas - a banda possui três - com discos que possuem pouco mais de meia hora de reprodução cada. Todas as faixas variam de tempo entre 3min, 3min30seg e 4min e pouco. Não tem nada arriscado de 7min, nenhum "Faroeste Caboclo", nenhum "Jesus Of Suburbia". Nenhuma vinheta ou faixa com pouco menos de 3min. Nenhum "Preto Velho" ou "Song Of The Century". As faixas também são muito parecidas entre sí. Não sei se falta digerir as músicas, mas de primeira impressão, o que me passou, foi que as músicas deles são muito parecidas. Menos as já citadas e "CrushCrushCrush".


O terceiro disco deles não me pareceu muito diferente - esteticamente - do primeiro. Músicas parecidas e blah-blah-blah. O segundo disco, para mim, é o destaque. A primeira faixa, que possui um título instigante não me atingiu como deveria, mas é um título perfeito. Qualquer dia eu plagio (XD). O título é "For A Pessimist, I'm Pretty Optimistic". Foda, né? Sim é. O título do segundo disco - em sí, também - já chama a atenção - e é uma das minhas palavras favoritas em inglês - e é "Riot!". Em português, "Protesto!".


Mesmo assim, eles possuem várias rimas com palavras repetidas e aquela estética da nova geração emo, emo-hardcore, emo-anos 80 e metal-emo (oi Dukes!) que é aquela fórmula sonética para fazer música: põe o começo, um refrão, uma outra parte com a mesma estética do começo, refrão, bridge/pseudo refrão, refrão, estética do começo/variação, refrão, refrão e acaba. Ah sim... Eu me esqueci dos solos.


E essa é a nova geração. Ao invés de criticar, deve-se pegar o que há de bom nela e jogar o que há de ruim fora. Porque, além de estarmos vivendo o "Colapso do Século Vinte e Um" em pleno começo de século, essa é a era estática da saturação de informação.


Mas Green Day salva.

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