sábado, 26 de setembro de 2009

Eis a música que fica na minha cabeça quando eu ando sozinho de madrugada por aí. Eis uma das letras mais simples e mais bonitas que já vi. Eis o Acônito:

ACÔNITO
(Erik)

Eu sou um verbo,
Transitivo indireto,
Incompreendido, incompleto,
Procurando um objeto

Também sou um pensamento
Ou só outro sentimento,
Que mistura toda dor
A todo o nosso amor

Seus olhos bem que podiam me dizer,
Tudo aquilo que eu quero saber,
Sua boca me mostrar
O que não consigo enxergar

Eu queria ter o poder
De fazer meu coração dizer
Aquilo que eu não paro de pensar
E o que eu não paro de escrever

Não consigo dormir,
Não sei o que está por vir,
Cansei de guardar
Preciso logo lhe falar,
Não existe maldade,
Estou morrendo de saudade,
Não sei mais o que faço,
O que eu quero é seu abraço,
Procuro a solução,
Quero ouvir seu coração
(Para então lhe conquistar
E fazer você me amar)

Porque eu não quero sentir a dor
De um solitário trovador,
E eu não quero desperdiçar o amor

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